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Quando é que os líderes deixam de crescer?

Um dos aspectos que permite o nosso crescimento contínuo e sustentado é a nossa atitude, a nossa postura humilde em reconhecer que nunca sabemos tudo e que podemos sempre melhorar. Este factor deve ser considerado em processos de formação e/ou desenvolvimento. Muitas vezes deparamo-nos com gestores e chefias que tendem a sobreavaliarem-se, o que compromete logo à partida o retorno que possamos ter resultante de um investimento no desenvolvimento das competências destas pessoas. Quanto às pessoas que acham que já nada têm a aprender, temos duas hipóteses: ou conseguimos dismistificar este pensamento ou então é preferível não deitar dinheiro à rua, excluindo-as do programa. O comprometimento e receptividade das pessoas é fulcral para o sucesso de um programa de desenvolvimento. Assim, o nível de engagement deve ser avaliado antes do inicio de implementação do programa.
 
Claro que esta premissa é válida em qualquer altura, no dia-a-dia e não só quando são equacionados projectos de desenvolvimento. Ken Blanchard resume bem a importância desta atitude numa frase quando diz "quando os líderes começam a pensar que já sabem tudo, param de crescer". Numa entrevista em que aborda alguns aspectos do seu novo livro" How do great leaders grow", ajuda-nos a compreender como é que esta atitude se reflecte diariamente. Esta postura significa que os bons líderes estão receptivos para receber feedback, para procurar aconselhamento e conhecem as suas forças e fraquezas, assim como da sua equipa.
 
 
 
(comentário Pedro Monteiro em 23.10.2012)
 
 
 
 
 

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